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Por que você não sabe sua margem, mesmo com todos os números na mão.

Ter dados não significa ter controle. Esse é o maior ponto cego da gestão médica atual.

A maioria dos grupos médicos não sofre por falta de informação, mas por excesso dela. São planilhas, extratos e relatórios que não se conversam. Ter o número na mão não é o mesmo que ter a margem sob controle, pois a margem real depende de alocação correta de custos, regras bem aplicadas e um contexto operacional preservado.

Onde a margem se perde A margem costuma vazar em três pontos invisíveis: custos distribuídos de forma genérica que escondem unidades deficitárias; regras de pagamento que não refletem o contrato real; e a total falta de rastreabilidade do dado. Se o relatório fecha, mas você não consegue explicar o “porquê” por trás dele, você está apenas acompanhando o saldo, não gerindo a empresa.

Muitas vezes, o gestor confia em um número que foi “fabricado” por múltiplas mãos no Excel. Se uma regra de imposto ou um coeficiente de produtividade for alterado em uma célula isolada, todo o cálculo da margem é corrompido sem que ninguém perceba. É uma estrutura frágil que não suporta auditorias rigorosas.

Na GoHealth, acreditamos que margem não é algo que você calcula no final; é algo que você constrói ao longo da operação. Sem uma separação clara entre o que você cobra do cliente e o que você paga ao médico (Extrato de Faturamento vs. Extrato de Pagamento), sua visão financeira será sempre parcial e arriscada.

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